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Fidelizando os gastos
Fidelizar. Esse conceito tão antigo e que, ainda assim, tem se renovado a cada ano está se mostrando uma ação mais e mais eficiente para a retenção e a aquisição de clientes, além de proporcionar o aumento do consumo por parte destes. Em um mercado que movimenta cerca de R$ 1,2 bilhão por ano, um dos segmentos que mais utilizam as ações de fidelização – o setor de cartões de crédito, de débito ou de loja – tem colhido os frutos de inovações recentes, alcançando níveis de gastos e penetração nunca antes conseguidos.
Um estudo da CSU MarketSystem, consultoria especializada em programas de relacionamento, aponta que um usuário de cartão de crédito que resgata um prêmio no seu programa de fidelidade passa a consumir, em média, 100% a mais no plástico do que fazia antes do benefício. “A partir do primeiro resgate, o cliente vê que o programa funciona e concentra os seus gastos naquele cartão”, conta Thiago Nori, superintendente comercial e de produtos da CSU MarketSystem.
Segundo Nori, o estudo feito neste ano pela consultoria comparou o comportamento de usuários de cartões inscritos em programas de fidelização e de outros que não fazem parte dessa base, mantendo o mesmo perfil de consumo de cada um. “O resultado em Número é surpreendente. O cliente inscrito em um programa de fidelização, também chamado Loyalty, usa 3,5 vezes mais do que o cliente que não está inscrito. Além disso o gasto médio dos clientes beneficiados é 80% superior”, completa. Esse resultado do mercado brasileiro encontra, em território norte-americano, sua equivalência. Segundo a American Express. Dona duna de um dos mais antigos e tradicionais programas de recompensa o gasto de seus clientes inscritos no programa chega a ser quatro vezes maior do que o dos que têm seus cartões mas não acumulam pontos.
Autor: Rafael Bresciani
Jornalista CardNews
A íntegra deste texto pode ser lida na versão impressa de CardNews, edição 163 – Setembro/2009.
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